PREVISC: Administradora de planos de previdência, fundada pelo Sistema FIESC
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31/03/2026
Uma vida de trabalho, um futuro planejado: a história de Idelfonso dos Santos

Uma vida de trabalho, um futuro planejado: a história de Idelfonso dos Santos

 

Planejar o futuro para viver o presente com tranquilidade

Nascido em Blumenau, Idelfonso dos Santos aprendeu cedo que trabalho e responsabilidade caminham juntos. Aos 18 anos, ingressou no Senac, iniciando uma trajetória profissional que atravessaria mais de quatro décadas e deixaria marcas profundas não apenas em sua própria história, mas também nas instituições por onde passou.

Foram mais de 40 anos dedicados ao Sistema S: 21 no Senac e outros 21 no Sesc. No Senac, começou na área de atendimento ao cliente. Curioso e determinado: passou pela área administrativa, contabilidade, informática - após concluir formação em Tecnologia da Informação - e, mais tarde, especializou-se em educação, assumindo o cargo de coordenador pedagógico.

Idelfonso na homenagem do dia do aposentado da Abrapp, representando assistidos da Previsc. (Jan/26)

“Foi uma grande escola profissional”, resume. Ali, construiu amizades e consolidou valores que o acompanhariam pela vida inteira. O convite para gerenciar unidades do Sesc em Blumenau representou um novo capítulo. Idelfonso aceitou o desafio.

Mais duas décadas de gestão, liderança e entrega. Quando decidiu se aposentar, o fez de maneira consciente - como alguém que sempre pensou no amanhã enquanto vivia intensamente o hoje.

A previdência como ponte entre gerações

A relação de Idelfonso com a Previsc começou ainda no Senac, onde foi sócio-fundador do plano SENACPrev. Ao sair da instituição, tomou uma decisão que revela muito sobre quem ele é: resgatou o valor acumulado para realizar um sonho - comprar uma casa para sua mãe, em Florianópolis.

“Era o tamanho exato do que eu precisava para dar a ela um lar digno”, conta. Se foi um “vacilo” financeiro, como ele mesmo pondera, foi também um gesto de amor que não carrega arrependimento.

Anos depois, já no Sesc, teve novamente a oportunidade de aderir à previdência complementar. Não hesitou. Sabia da solidez e da credibilidade da Previsc. Recomeçou a poupança previdenciária e contribuiu por mais 21 anos.

Hoje, aposentado, recebe o benefício do INSS somado à renda complementar da Previsc. E é enfático ao falar sobre a diferença que isso faz: “Essa complementação traz tranquilidade. Se eu quiser parar de trabalhar, sei que tenho amparo”.

A aposentadoria não foi um rompimento abrupto, mas um movimento planejado. Idelfonso acompanhou simulações, analisou o montante acumulado, conversou com seus diretores e se preparou emocionalmente para a transição. Participou também do Conselho Deliberativo da Previsc por dois anos, experiência que aprofundou sua compreensão sobre a governança e a importância da previdência complementar na vida dos participantes.

Aposentadoria não é ponto final

Quem imagina que aposentadoria significa desacelerar completamente se surpreende com a rotina de Idelfonso. Convidado pelo genro, ele auxilia na gestão de um cartório em Guaramirim há quase dois anos. Trabalha alguns dias presencialmente, outros em home office. Escolha e flexibilidade: duas palavras que definem bem esta fase.

Mas há novos sonhos no horizonte

Ele e a esposa desejam morar fora do Brasil por um período prolongado. Não como turistas, mas como residentes temporários, dispostos a mergulhar em outra cultura, aprender novos hábitos, experimentar outros ritmos.

“Quero viver a experiência de estar em outro país de verdade”, diz. A recente viagem de quase um mês a Orlando, ao lado da família, reforçou ainda mais o desejo de explorar o mundo com tempo e qualidade.

Idelfonso com esposa e família durante viagem.

E é justamente essa liberdade de projetar o futuro que ele atribui, em grande parte, ao planejamento previdenciário.

Um conselho para quem está começando

Se pudesse conversar com quem hoje inicia a carreira, Idelfonso não falaria apenas sobre sucesso profissional. Falaria sobre tempo. Sobre ciclos. Sobre a importância de pensar adiante.

“A gente precisa estar no presente, mas olhando para o futuro”, afirma. Para ele, planejar é um ato de responsabilidade consigo mesmo. A previdência complementar, nesse contexto, não é apenas um investimento financeiro, é um instrumento de autonomia.

Ele sabe que a vida muda, que a energia da juventude não é permanente e que a longevidade é uma conquista que exige preparo. Ter uma reserva, uma renda complementar, é o que permite transformar a aposentadoria em uma fase de escolhas e não de limitações.

Ao ser homenageado pela Abrapp no Dia do Aposentado, por indicação da Previsc, Idelfonso representa mais do que uma trajetória profissional exemplar. Representa uma geração que construiu, planejou e hoje colhe os frutos da disciplina e da visão de longo prazo. Sua história é, acima de tudo, um lembrete: sonhar é importante. Mas planejar é o que torna o sonho possível.