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11/11/2025
Cultivar novos hobbies: nunca é tarde para aprender algo novo


Descubra como cultivar novos hobbies na aposentadoria fortalece a mente, o bem-estar e o convívio. Inspire-se e comece algo novo hoje.

Ter um hobby é uma boa forma de que preencher o tempo. Ele ajuda a organizar pensamentos, aliviar tensões e criar uma rotina saudável. Quando dedicamos alguns minutos do dia a uma atividade prazerosa, nosso cérebro libera dopamina, substância relacionada ao bem-estar e à motivação. Isso melhora o humor, diminui o estresse e torna o cotidiano mais leve.

Além disso, hobbies que envolvem coordenação e raciocínio — como pintura, tricô, jardinagem ou aprendizado de idiomas — contribuem para manter a memória ativa e preservar a agilidade mental. Assim, aprender se transforma em cuidado: cuidado com a mente, com as emoções e com a própria história.

Convívio e troca de experiências

Participar de grupos, presenciais ou online, torna o hobby ainda mais significativo. Conversar, ouvir histórias, ensinar e aprender cria laços e fortalece o sentimento de pertencimento. Esse convívio contribui diretamente para a qualidade de vida no envelhecimento.

Clubes de leitura, aulas abertas em centros comunitários, oficinas em universidades da terceira idade e grupos culturais são espaços onde o aprendizado acontece de forma leve e acolhedora. Nesses ambientes, o conhecimento se constrói na conversa, na troca e no cuidado compartilhado.

O melhor momento para aprender é o agora

Segundo pesquisadores que estudam envelhecimento e memória, quando nos desafiamos a fazer algo novo, estimulamos regiões do cérebro relacionadas à criatividade, ao planejamento e à tomada de decisão.

Pesquisas conduzidas pelo professor Alan Gow, da Heriot-Watt University (Escócia), mostram que iniciar uma nova atividade na maturidade pode melhorar habilidades de memória e velocidade de raciocínio. Em seus estudos, ele incentiva participantes a experimentarem tarefas como aprender um idioma, explorar artes manuais ou desenvolver habilidades digitais.

Segundo Gow, atividades que combinam estímulos mentais, sociais e físicos são especialmente benéficas. Elas mantêm a mente flexível, favorecem novas conexões cerebrais e ajudam a lidar com mudanças com mais leveza e confiança.

E, sim, é possível começar algo aos 60, 70 ou mais. O que define o aprendizado não é a idade, mas a disposição de experimentar. Afinal, somos aprendizes durante toda a vida. Não existe limite para aprender.

O importante é que cada novo passo amplia horizontes e permite descobrir caminhos que antes nem faziam parte dos planos.

Por onde começar?

Veja algumas possibilidades que trazem benefícios físicos, cognitivos e emocionais:

• Jardinagem

• Pintura ou desenho

• Tricô, crochê, bordado ou artesanato

• Aprendizagem de um novo idioma

• Aulas de canto ou música

• Caminhadas em grupo

• Cursos online de história, arte ou cultura

• Grupos de leitura

Depois de anos de dedicação ao trabalho e a tantas responsabilidades, a aposentadoria abre espaço para um outro ritmo. É o momento de redescobrir o prazer de aprender por curiosidade e satisfação pessoal, sem pressa e sem cobrança.

Observe o que desperta seu interesse, o que acende uma vontade, mesmo que pequena. A curiosidade é um excelente ponto de partida. Isso porque ela sinaliza onde algo faz sentido para você e pode trazer alegria ao cotidiano.

Cultivar um hobby é um convite a viver com presença e interesse. É uma forma de manter a mente desperta, fortalecer vínculos e celebrar o tempo disponível com alegria.

Na PREVISC, acreditamos que o conhecimento, o cuidado e o bem-estar acompanham todas as fases da vida. Aprender é uma maneira de continuar em movimento, com leveza e significado.

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