PREVISC: Administradora de planos de previdência, fundada pelo Sistema FIESC
PREVISC: Administradora de planos de previdência, fundada pelo Sistema FIESC

Blog

30/05/2025
Aposentadoria e sustentabilidade: o que muda em 2025 e por que pensar no futuro agora

 

Com as atualizações das regras da última Reforma da Previdência, os brasileiros que sonham com a aposentadoria precisam estar atentos às novas exigências para 2025. As mudanças fazem parte de uma transição para equilibrar o sistema previdenciário diante de uma realidade demográfica desafiadora: mais aposentados, menos jovens no mercado de trabalho e maior expectativa de vida.

O que muda em 2025?

A principal mudança está relacionada à idade mínima e à pontuação para aposentadoria. As regras valem especialmente para quem já contribuía antes da reforma e não se enquadra nas novas regras permanentes.

Regra dos pontos: mulheres precisam atingir 92 pontos (idade + tempo de contribuição) e homens 102 pontos.

Idade mínima progressiva: mulheres devem ter 59 anos e homens, 64 anos — além do tempo mínimo de contribuição (30 e 35 anos, respectivamente).

Aposentadoria por idade (regra permanente): mulheres aos 62 anos e homens aos 65, com ao menos 15 anos de contribuição.

Pedágio de 50%: para quem estava perto de se aposentar em 2019, é possível completar o tempo que faltava com um adicional de 50%.

Essas transições são necessárias para ajustar o sistema às novas realidades, como apontado na matéria da Rádio Câmara.

O que diz estudo realizado pelo Banco Mundial sobre a Previdência brasileira?

Em uma nota técnica publicada em abril de 2024, o Banco Mundial fez projeções sobre o futuro da Previdência Social no Brasil. Um dos destaques foi a estimativa de que, sem novas reformas estruturais ou ajustes fiscais, a sustentabilidade do sistema pode ser comprometida nas próximas décadas, devido ao envelhecimento populacional e à diminuição da base de contribuintes.

O estudo projetou que a idade mínima para aposentadoria precisaria aumentar para 72 anos em 2040 e 78 anos em 2060

Entretanto, é importante esclarecer: não há nenhuma proposta para elevar a idade mínima para 78 anos. Esse número faz parte de um estudo para promover o debate sobre políticas públicas de longo prazo e pensar em alternativas para a previdência da população.

Previdência pública x previdência privada: como se planejar?

A previdência pública continua sendo um pilar fundamental da proteção social no Brasil. No entanto, o cenário de mudanças reforça a importância do planejamento financeiro individual. Uma alternativa complementar é a previdência privada, que pode ajudar a garantir um padrão de vida mais confortável no momento da aposentadoria.

Diferente do INSS, os planos privados permitem maior flexibilidade de aportes, escolha de perfis de investimento e planejamento sucessório. Além disso, oferecem incentivos fiscais para quem opta pelo regime de declaração completa do Imposto de Renda.

Embora a aposentadoria esteja passando por mudanças, é importante fomentar o debate público sobre o sistema e alternativas que permitam um planejamento financeiro seguro para os brasileiros.

A Previsc está aqui para auxiliar participantes e assistidos a se informar e planejar, conte com a gente!